Etat Major Général
Cabinet du Chef d'Etat Major Opérationnel
COMMUNIQUÉ DE PRESSE
Réuni du 3 au 4 septembre 2006 pour analyser la situation actuelle dans le territoire du Cabinda.
L'État Major Opérationnel des FAC Unifiées porte à la connaissance de l'opinion publique internationale, Angolaise et Cabindaise que :
Considérant qu'António Bento Bembé a été exclu du Forum Cabindais pour Dialogue (FCD), depuis le 5 février 2006, tous accords négociés et signés avec celui-ci et le groupuscule qu'il dirige seront de la responsabilité des signataires et non du Flec, du Peuple Cabindais et des seuls légitimes représentants réunies autour du Président Nzita Henriques Tiago.
Considérant qu'António Bento Bembé ne possède pas toute légitimité pour engager le Peuple Cabindais et hypothéquer son avenir.
1- L'État Major des FAC Unifiées condamne le Mémorandum d'accord signé à Namibe, entre des membres du MPLA du gouvernement de Luanda et d'António Bento Bembé qui s'obstine à parler au nom de FCD.
2- Dément l'existence des bases du FLEC dans les pays voisins et affirme que depuis 1976 toutes les structures des FAC fonctionnent à l'intérieur du territoire du Cabinda où ils résistent contre toutes agressions des Forces armées Angolaises.
Les accusations contre les pays voisins faites récemment par le général NUNDA est une propagande gratuite laquelle vise à distraire l'opinion international et à chercher des arguments de Plus grande ingérence des sujets internes d'autres pays quand ils ne savent pas trouver des solutions durables pour ses propres problèmes.
3- Afirma ne pas avoir tout contact direct ou indirect avec le gouvernement du MPLA ni avec la groupuscule de Bento Bembé. Les responsables des FAC Unifiée combattent pour l'autodétermination du Peuple Cabindais et non pour une promotion de grade ou une quelconque négociées pour trahir les aspirations du Peuple Cabindais pour lequel nous combattons pour le libérer.
4- Condamne les manoeuvres orchestrées par MPLA avec l'objectif de diviser les Cabindais en préparant ainsi l'éclosion d'une Guerre civile dans le territoire du Cabinda pour perpétuer sa domination et répression.
5- Reafirme que seulement un vrai dialogue franc, ouvert et transparent entre la partie angolaise et les dirigeants légitimes du FLEC, de la société civile et de l'Église, pourra apporter la vraie paix pour son Peuple.
Fait au Cabinda le 5 septembre 2006
Estanislas Miguel BOMA
Chef de l'État Major Opérationnel du FLEC Union des Combattants
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Version Portugaise
FRENTE DE LIBERTAÇÃO DO ENCLAVE DE CABINDA
F . L . E . C.
Estado Maior Geral
Gabinete do Chef do Estado maior Opéracional
COMUNICADO DE IMPRENSA
Reunido de 3 a 4 de setembro de 2006 para analisar a situação actual no territorio de Cabinda.
O Estado Maior Opéracional das FAC Unificadas leva ao conhecimento da opinião publica internacional, angolana e cabindesa que:
Considerando que Antonio Bento Bembé foi excluido do Forum Cabindês para o Dialogo (FCD), desde 5 de fevereiro de 2006, todos acordos negociados e assinados com este e o grupelho que encabeça serão da responsabilidade dos signatories e não da Flec, do Povo de Cabinda e dos seuslegitimos representantes reunidos em torno do Présidente Nzita Henriques Tiago.
Considerando que Antonio Bento Bembé não possui qualquer legitimidade para engajar o Povo de Cabinda e hipotecar o seu futuro.
1- O Estado maior das FAC Unificadas condena o Memorando de entendimento assinado em Namibe, entre membros do MPLA no governo de Luanda e Antonio Bento Bembé que se obstina falar em nome do FCD.
2- Desmente a existência de bases da FLEC nos paises vizinhos e a firma que desde 1976 todas as estruturas das FAC funcionam no interior do territorio de Cabinda onde resistem contra todas as agressões das Forças Armadas Angolanas.
As acusações contra os paises vizhinos feitas recentemente pelo general NUNDA são uma propaganda barata que visa distrair a opinião internacional e buscar argumentos de Maior i,ngérência nos assuntos internos de outros paises quando não sabem encontrar soluções duradoiras para os sues proprios problemas.
3- Afirma não haver qualquer contacto directo ou indirecto com o governo do MPLA nem com o groupelho de Bento Bembé. Os responsaveis das FAC Unificadas lutam pela autodeterminação do Povo de Cabinda e não por uma acomodação com patente aliadoras negociadas pela traiç das aspirações do Povo de Cabinda pelo qual lutamos par libertar.
4- Condena as manobras drquestradas pelo MPLA com o objectivo de dividir os cabindeses preparando assim a aclosão de uma Guerra civil no territorio de Cabinda para perpectuar a sua dominação e represão.
5- Reafirma que so um verdadeira dialogo franco, aberto e transparente entre a parte angolana e os dirigentes legitimos da FLEC, da sociedade civil e Igreja, podera trazer a paz verdadeira pelo seu Povo.
Feito em cabinda aos 5 de setembro de 2006
Estanislas Miguel BOMA
Chefe do Estado Maior Operacional da FLEC União dos Combatentes


cabinda, Posté le mardi 19 septembre 2006 12:29
Salut c'est bien votre blog la democracie