FRONT DE LIBERTION DE L'ENCLAVE DU CABINDA
F . L . E . C.
NOTE D'INFORMATION
Compte tenu de l'intransigeance du gouvernement angolais de ne pas ouvrir des négociations pour le règlement pacifique avec la direction du FLEC.
Il n'y aura ni démobilisation, ni intégration des Forces Armées Cabindaises (FAC) qui opèrent activement dans le territoire du Cabinda pour la libération du joug esclavagiste angolais aux autorités angolaises.
Le chef suprême des FAC, Président Henriques Nzita Tiago qui a toujours tendu les mains aux angolais pour trouver une solution au problème Cabindais par la voie de négociations franches et sincères pour un règlement pacifique du différent territorial Cabinda/Angola.
Devant le refus catégorique des autorités angolaises d'accepter les mains tendus. Les Forces Armées Cabindaises continueront les opérations militaires de grandes envergures contre les Forces Armées Angolaises (F.A.A.) qui occupent illégalement et militairement (+47 000 soldats) le territoire du Cabinda depuis 1975.
Les dirigeants du FLEC demandent aux chefs d'état des pays africains membres de l'Union Africaine (U.A.) en particulier et aux autres pays du monde, ainsi qu'aux hommes de bonnes volontés, épris de Paix, de Justice et de Liberté de faire une pression constance et d'apporter leurs conseils aux autorités angolaises pour qu'ils acceptent un dénouement sur l'épineux problème du CABINDA.
Cela afin d'éviter toutes conséquences graves qui pourraient affecter toute une partie de la sous-région d'Afrique centrale.
Le peuple Cabindais a tant souffert de la léthargie et de la passivité de la communauté internationale, alors chaque chose à des limites.
Nous vous demandons d'Aider le peuple Cabindais sur la base du droit des peuples à disposer d'eux-mêmes, d'Aidez le peuple Cabindais pour recouvrer sa liberté confisquée.
Et que vive la lutte des peuples opprimés !
Vive les Forces Armées Cabindaises !
Vive le peuple Cabindais, uni nous vaincrons !
Merci de la bonne compréhension.
Henriques Nzita Tiago
(Président du FLEC)
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Traduction Portugaise
"Não haverá nem desmobilização, nem integração das Forças Armadas Cabindesas (FAC) às autoridades angolanas". É que declara Alto e extremamente o chefe da comunidade indépendêntista Cabindèsa, Henriques Nzita Tiago em resposta às declarações enganosas dos generais Angolanos que fantasmam sempre sobre a extinção da Resistência Cabindèsa da FLEC.
FRENTE DE LIBERTION DO ENCLAVE DE CABINDA
F . L . E . C.
Réf : 005 P/FLEC Cabinda, aos 14/11/2006
NOTA DE INFORMAÇÃO
Tendo em conta a intransigência do governo angolano de não abrir negociações para o regulamento pacífico com a direcção da FLEC.
Não haverá nem desmobilização, nem integração das Forças Armadas Cabindesas (FAC) que operam activamente no território de Cabinda para a liberação do jugo esclavagista angolano às autoridades angolanas.
O chefe supremo das FAC, o Presidente Henriques Nzita Tiago que sempre esticou as mãos aos angolanos para encontrar uma solução ao problema de Cabinda através dos negociações honestas e sinceras para um regulamento pacífico sob o diferente territorial Cabinda/Angola.
Na frente da recusa categórica das autoridades angolanas de aceitar as mãos tensas. As Forças Armadas Cabindesas continuarão as operações militares de grande envergadura contra as Forças Armadas Angolanos (F.A.A.) que ocupam em ilegalidade e militarmente (+47 000 soldados) o território de Cabinda desde 1975.
Os responsáveis da FLEC pedem aos chefes de estado dos países africanos membros da União Africana (U.A.) em especial e os outros países do mundo, assim como aos homens de boas vontades, de Paz, Justiça e Liberdade de fazer uma pressão constância e de trazer os seus conselhos às autoridades angolanas de modo que aceitem um desenlace sobre o espinhoso problema de CABINDA.
Aquilo a fim de evitar todas as consequências graves que poderiam afectar qualquer parte da subregião da África central.
O povo Cabindès sofreu tanto da letargia e a passividade da comunidade internacional, então cada coisa à limites.
Pedimos para ajudar o povo de Cabinda sob a base do direito dos povos a dispôr de eles mesmos, ajudam o povo de Cabinda para recuperar a sua liberdade confiscada.
Viva a luta dos povos oprimimidos!
Viva as Forças Armadas Cabindesas!
Viva o povo de Cabinda, unidos venceremos!
Obrigado da boa compreensão.
Henriques Nzita Tiago
(Presidente da FLEC)
Rodrigues Mingas.
